““Eu não concordo com a internação involuntária da maneira que ela tá sendo feita. Primeiro, quem é que decide se aquela pessoa será ou não internada? Quem é que avalia isso? Qual é o corpo técnico? Nós temos psicólogos, psicanalistas, psiquiatras, médicos ou nós temos um guarda municipal? Nada contra o guarda municipal, mas ele não está preparado e não tem a capacidade de fazer esse julgamento.”“O que nós temos é uma política higienista: é para limpar o centro, para deixar ele bonito, para tirar as pessoas de lá, não é uma política de cura para essas pessoas.”“Essa desintoxicação forçada é feita em locais com médicos, psiquiatras, psicólogos e um padrão de atendimento de acordo com o Conselho de Medicina do Brasil ou são casas terapêuticas e cada casa aplica o seu jeito, da sua forma, sem nenhum padrão?”“Há ainda uma discussão muito mais profunda sobre a internação, se ela é ou não é a saída correta.”“O internamento involuntário como forma de higienização […] não concordo. Oferecer serviço sim, mas com padrão, estudo científico, método. Senão é crueldade, tortura.””
Como fará: Criar protocolo com padrão técnico, avaliação por psicólogos/psiquiatras/médicos, seguir normas do Conselho de Medicina; oferecer serviço de desintoxicação com método científico.